sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Sucuri















Particularidades
A sucuri é a maior serpente do mundo e pode viver até 30 anos. As fêmeas são maiores que os machos, atingindo a maturidade sexual por volta dos seis anos de idade. Há muitas narrativas sobre ataques dessas serpentes a seres humanos; no entanto, em sua maioria, os casos são fictícios, principalmente no que se diz respeito a tamanho real do animal. Muitos admitem terem sido atacados por espécies com mais de 10 metros. De fato, a maior sucuri de que se tem registro por fonte confiável media 11 metros e 65 centímetros e foi encontrada pelo marechal Cândido Rondon, no início do século XX.
Quanto aos ataques, existem alguns casos de vítimas humanas, tal como o de um menino índio de 12 anos, que foi devorado por uma sucuri de grande porte, na década de 1980. Também houve o caso de adultos nativos que estavam embriagados, à beira do rio, e foram sufocados ou afogados antes de serem devorados. Estes casos foram fotografados e hoje as imagens são vendidas como suvenir na rodoviária de Ji-Paraná.
Ocorreu em 2013, a história de um deputado brasileiro que perdeu a vida depois de ser engolido por uma sucuri ou cobra Sucuri.O ataque Cobra ocorreu quando o legislador de Santa Catarina foi a bordo de um barco e tomou um gole de álcool, quando de repente ele foi atingido pela cobra que engoliu quase que imediatamente.1
Em 1997, foi lançado Anaconda, um filme de terror sobre a serpente, o qual foi gravado no Brasil e, no Peru.
Mitologia indígena brasileira

Segundo o mito fundador Kaxinawá, houve um homem, Yube, que, ao se apaixonar por uma mulher-anaconda, transformou-se em anaconda também e passou a viver com ela no mundo profundo das águas. Nesse mundo, Yube descobriu uma bebida alucinógena com poderes curativos e de acesso ao conhecimento. Um dia, sem avisar a esposa-anaconda, Yube decide voltar à terra dos homens e retomar a sua antiga forma humana. O mito explica também a origem do cipó ou ayahuasca - bebida alucinógena tomada ritualisticamente pelos Kaxinawá. 2 3 4

Nenhum comentário:

Postar um comentário